Princesa Brazul termina um jantar com um terrível pisão no pé da princesa Goiabada

A tempestade clarida

Trouxe uma vaca

Manchada

Trancada

Asmática

E a cabeça da cabeçuda

Dizia algo da carrancuda

Nunca beba a limonada

Nunca coma as tortas encharcadas

Mas o que mais dizia

parecia

aquarela

“Cortem a cabeça dela!!!”

O cabelo levantado

e estupefato

Também dizia algo

Quer você goste ou não dela,

aquele gado pertence a ela

E os gnomos abaixados com o bumbum pra cima

Entoavam sempre a mesma sinfonia

“Suba no trem!” “Suba no trem!”

É o que diziam

O que havia com aquele apontador mágico

que pulava para um lado?

Uma dança giratória havia

Um burro jumento existia

E o Rambo grunhia

O que grunhia?

Grunhia um feijão soviético abraçado

E escancarado

No Capitalismo Sênior

No rio de horror

João Pessoa ria, nu

E balançava a cabeça como um urubu azul

Tipo a princesa Brazul

Que usava um vestido cor de anu

E que essa coisa anuada

não enrosque no pé da Goiabada

Na doce princesa das goiabas

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